Você já sentiu que a dor passou a fazer parte da sua rotina? Que, mesmo tomando remédios, ela sempre volta?
Na Clínica da Dor, nosso foco é outro: investigar a causa da dor, entender o impacto na sua vida e tratar de forma personalizada, indo muito além dos analgésicos.
Muitos pacientes chegam até mim depois de passarem por diversos profissionais, realizarem vários exames e ainda assim não encontrarem um diagnóstico ou solução para sua dor. A sensação de estar “pingando de médico em médico” sem resposta é comum — e angustiante.
Se você já tentou de tudo e sente que ninguém entende a sua dor, este texto é para você. Aqui, explico como funciona o cuidado especializado com a dor no meu consultório, para que você entenda melhor como ela pode ser cuidada com profundidade, ciência e acolhimento.
O que é Clínica da Dor?
Essa especialidade médica que avalia e trata dores agudas ou crônicas com uma abordagem ampla e individualizada. O objetivo é identificar a causa da dor, entender como ela interfere na sua rotina e oferecer tratamentos que vão além do uso contínuo de analgésicos.
Um médico da dor pode usar medicamentos, técnicas integrativas, acupuntura, reabilitação física, mudanças de estilo de vida, entre outras estratégias para devolver qualidade de vida ao paciente.
Dor não é frescura. Nem destino. Ela é um sintoma e deve ser tratada com respeito, atenção e ciência.

Qual é o médico da dor?
Sou a Dra. Mayara Altomari, médica formada desde 2010, pós-graduada em Medicina da Dor pelo Hospital Israelita Albert Einstein e especialista em Acupuntura desde 2018.
Atendo com escuta ativa, empatia e tempo suficiente para investigar a dor de forma completa. No meu consultório, ofereço um ambiente tranquilo e técnicas integrativas que ajudam no alívio da dor e no cuidado da saúde como um todo.

Meus diferenciais:
- Primeira consulta com 2 horas de duração
- Avaliação clínica completa com exame físico
- Tratamento multimodal, com ou sem acupuntura
- Acompanhamento estruturado para o paciente entender todas as etapas do cuidado
- Consultas presenciais e online

Quando procurar um médico da dor?
Você pode (e deve!) buscar ajuda especializada quando:
- A dor persiste por mais de 3 meses
- Já usou vários remédios e a dor não melhora
- Sente que a dor prejudica sua rotina, sono ou humor
- Tem diagnóstico de enxaqueca, fibromialgia, hérnia de disco, artrose, entre outros
- Está se recuperando de uma cirurgia e a dor continua presente

As principais queixas que atendo
1. Dores na coluna
- Cervicalgia (pescoço)
- Lombalgia (lombar)
- Hérnias de disco
- Contraturas musculares
2. Dor de cabeça e enxaqueca
- Cefaleia tensional
- Enxaqueca com ou sem aura
- Dor associada ao ciclo menstrual
3. Dores articulares e musculares
- Bursite, tendinite, fascite plantar
- Dor nos ombros, joelhos, cotovelos, tornozelos
4. Dor nas pernas
- Dor com queimação, formigamento ou irradiação
- Síndrome do piriforme
- Compressões nervosas
5. Fibromialgia
- Dor difusa
- Cansaço persistente
- Sono não reparador

Como é feita a avaliação da dor no meu consultório
A primeira consulta tem cerca de 2 horas de duração. É nesse momento que começo a entender toda a sua história com a dor.
1. Anamnese detalhada
- Ouço com atenção o que você já viveu
- Revisamos exames e diagnósticos anteriores
- Conversamos sobre sono, digestão, alimentação, estado emocional, rotina e hábitos
2. Avaliação das principais características da dor
- Características observadas: localização, intensidade, qualidade, duração, irradiação, fatores agravantes e de alívio, relação com emoções, impacto no comportamento e histórico da dor
- Essa etapa ajuda a identificar a origem da dor e como ela se comporta
3. Exame físico completo
- Avaliação geral e exame físico direcionado à sua queixa
- Muitas vezes substitui a necessidade de exames de imagem
4. Primeira abordagem terapêutica
- Caso deseje, realizo tratamento com acupuntura para o alívio da dor
Principais características da DOR a serem avaliadas
- Localização: onde a dor aparece no corpo? Em um ponto fixo ou se espalha?
- Intensidade: quão forte é essa dor? Utilizo escalas para ajudar a medir.
- Qualidade: como é essa dor? Pontada, pressão, fisgada, queimação?
- Duração: ela vem e vai? Dura o dia inteiro ou aparece em momentos específicos?
- Irradiação: a dor caminha para outros lugares do corpo?
- Fatores que pioram: o que desencadeia ou aumenta a dor?
- Fatores que aliviam: o que costuma melhorar a dor (repouso, calor, medicação etc)?
- Interferência nas atividades: a dor atrapalha seu trabalho, lazer ou autocuidado?
- Relação com emoções: situações de estresse, tristeza ou ansiedade pioram a dor?
- Comportamento: a dor muda seu humor, sono ou apetite?
- Sinais físicos associados: o corpo dá outros sinais quando a dor aparece?
- Histórico: você já sentiu essa dor antes? O que já tentou para melhorar?

Tipos de dor
Classificar a dor corretamente é essencial para escolher o melhor tratamento. Entre os tipos mais comuns:
- Dor aguda: aparece de repente e tem causa clara (como uma lesão). Costuma melhorar com o tempo.
- Dor crônica: dura mais de 3 meses e pode persistir mesmo após o fim da lesão inicial.
- Dor nociceptiva: vem de lesões em tecidos, como músculos e articulações. Pode ser somática ou visceral.
- Dor neuropática: surge por lesões nos nervos. Pode ser sentida como formigamento, choque ou queimação.
- Dor nociplástica: sem lesão visível, mas com o sistema nervoso processando o sinal da dor de forma alterada. Muito comum na fibromialgia.
- Dor mista: combinação de dois ou mais mecanismos de dor. Comum em lombalgia e dores oncológicas.
Tratamento da dor: o que usamos por aqui
O plano de tratamento é personalizado e multimodal, conforme as necessidades e preferências de cada paciente.
1. Acupuntura médica e técnicas integrativas
- Estimula a produção de analgésicos naturais
- Pode incluir auriculoterapia, moxa, eletroacupuntura e ventosas
2. Medicamentos
- Analgésicos, anti-inflamatórios, neuromoduladores (regulam a sensibilidade do sistema nervoso à dor)
3. Movimento e reabilitação
- Orientações de exercícios leves e adaptados
- Incentivo à prática de atividades prazerosas e progressivas
4. Estilo de vida e educação
- Sono, alimentação, postura
- Neuroplasticidade (capacidade do cérebro de se reorganizar para lidar melhor com a dor)
- Autoconhecimento e prevenção de recaídas

Dor crônica não é só física: o impacto emocional
A dor que não passa pode afetar mais do que o corpo. É comum gerar:
- Ansiedade e irritabilidade
- Insônia e cansaço extremo
- Isolamento e sensação de incapacidade
Por isso, o tratamento precisa olhar para o todo: corpo, mente e estilo de vida. Por trás da dor que não passa, muitas vezes existe uma história de frustração, medo e isolamento – e é sobre isso também que cuidamos por aqui.

Quanto tempo dura o tratamento
Cada corpo tem seu tempo.
- Casos agudos: melhoram em poucas consultas
- Casos crônicos: precisam de acompanhamento progressivo
O objetivo é:
- Aliviar a dor
- Restaurar função
- Melhorar sua qualidade de vida
O que me diferencia como médica da dor?
- Faço uma escuta atenta e sem pressa, para compreender sua história além da dor.
- Elaboro um plano de tratamento estruturado, que faz sentido para você — sem decisões genéricas ou fórmulas prontas.
- Integro recursos da medicina convencional com a medicina tradicional chinesa, sempre com base em evidências.
- Cuido de cada pessoa com empatia, acolhimento e compromisso com a melhora da qualidade de vida.
- Disponibilizo consultas online para quem busca praticidade, conforto ou mora em outras cidades.
Meu objetivo é que você se sinta compreendido e acompanhado em cada etapa do tratamento.
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O que dizem meus pacientes?

Ainda está com dúvidas?
Se você chegou até aqui, provavelmente convive com dor há algum tempo — e está em busca de uma solução verdadeira.
Mas talvez ainda esteja se perguntando: será que vale a pena agendar uma consulta com uma médica da dor?
Aqui vão alguns motivos para considerar essa decisão agora:
- Você não precisa viver com dor o tempo todo. Existem tratamentos eficazes e seguros que podem aliviar ou até eliminar a dor.
- Dor crônica não é frescura, e muito menos fraqueza. É um problema real, que pode e deve ser tratado com responsabilidade.
- Tratamento que respeita o seu ritmo e suas escolhas. Aqui, você participa do processo e entende cada etapa.
E se tratar sua dor significasse…
- Dormir uma noite inteira sem precisar levantar por causa da dor?
- Voltar a caminhar, praticar yoga ou dançar — sem medo do corpo travar?
- Conseguir brincar com seus filhos ou netos sem se preocupar com os limites da dor?
- Trabalhar e se concentrar melhor, sem aquela dor constante no fundo da cabeça?
- Sentir que você tem controle da sua saúde — e não a dor controlando você?
- Viver com mais leveza, disposição e vontade de fazer planos novamente?
Você merece isso. E eu posso te ajudar nesse caminho.
Fontes e links úteis
- Clínica da dor: o que é, quando procurar e como funciona o tratamento
- Acupuntura na saúde da mulher: equilíbrio hormonal e bem-estar
- Acupuntura e saúde mental: alívio da ansiedade e insônia
- Acupuntura no idoso: menos dor, mais qualidade de vida
- Médico acupunturista: o que faz, como atua e quando procurar esse especialista
- Auriculoterapia: estimulação de pontos na orelha para equilíbrio e alívio de sintomas
- Ventosaterapia: sucção terapêutica para aliviar dores e melhorar a circulação
- Moxabustão: calor terapêutico para fortalecer a energia e tratar doenças
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